Foi assim que comecei a
despertar meu interesse por outras formas de viver. Queria muito poder estar
mais calma, mais relaxada e ser mais sensata e ponderada com as minhas
decisões.
Eu não sei bem como
aconteceu, mas de repente, aquela alternativa surgiu, de uma forma bem
descontraída e despojada. Me senti atraída pela proposta e resolvi tentar. O
título de convocação era um tanto intimidador: Mude
o seu “destino” para melhor. De qualquer forma, tirando o medo inicial, o tema
me chamou atenção. Será que poderíamos mesmo mudar o nosso “destino” para
melhor? De alguma forma nossa vida está conectada a uma missão espiritual maior,
algo superior mais elevado, capaz de tomar as rédeas da nossa vida?
As
respostas dessas perguntas continuam (no momento) pairando no ar. Talvez seja
melhor assim e continuar apenas seguindo em frente no passo-a-passo. A questão
é que o livre arbítrio deixou uma arma poderosa e letal em nossas mãos; as
possibilidades de escolha. Uma grande chance de conseguir acabar com as
delícias do acaso e saturar-nos com tantas atribuições.
Os
argumentos usados neste ponto de meditação foram que para cada ação existe
uma reação, para cada ação que desempenhamos também temos as consequências e
infelicidades daquela escolha. As dores e delícias da nossa própria liberdade.
Depois de
um argumento potente, uma longa meditação e um mantra de amor ecoando no ar,
finalmente algo voltou a fazer sentido. E então, lentamente, deixei a
tempestade passar...
Bisous,
L.
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